Filho de José Delfrido e Ilda Maria, casado, pai, atuava como pedreiro. Tinha 45 anos, nasceu em 25 de setembro de 1975 e faleceu em 26 de fevereiro de 2021. Veio de uma família simples, mas com um coração nobre! Nobre a ponto de ser o melhor em tudo: era um bom filho, irmão, o melhor esposo, o melhor amigo, o melhor no que fazia e o melhor pai!
Falando em pai, esse adjetivo ele dominava com maestria, afinal, era pai de um filho biológico, mas acabou nos abraçando e sendo pai de três: Maikel, como filho de sangue, e Amanda e Victoria, como filhas do coração.
Na função de ser pai, foi excepcional; nos amou, aconselhou e viveu sempre por nós.
Falando em viver, ele viveu intensamente, não media esforços para ver todos felizes, para aproveitar a vida como deve ser vivida, e trabalhava com tanto amor no que fazia!
Adair nos deixou um legado, um legado que jamais deve ser esquecido:
Só se vive uma vez; não somos melhores que ninguém. Legado não é o que você deixa para as pessoas, mas o que você deixa nas pessoas…
E ele só nos deixou amor e uma saudade eterna. Afinal, nenhum luto será suficiente.
Te amamos para sempre, pai.