Nasceu em 29 de outubro de 1965, na roça, em um local conhecido como Bebedouro, e foi registrado em Patos de Minas, Minas Gerais.
Desde os primeiros meses de vida, enfrentou desafios: aos cinco meses, foi acometido por pneumonia, mas, graças aos cuidados atentos da família, recuperou-se completamente.
Foi batizado na Igreja Católica do Pântano, tendo como padrinhos Valmiro e Valdina.
Passou a infância e toda a sua vida no Pântano, onde estudou na Escola Monsenhor Fleury Curado.
Cresceu em uma família numerosa, sendo um dos nove filhos de Terezinha Maria de Barros Caixeta e José Cesário Caixeta. Com seus oito irmãos, compartilhou uma infância simples, marcada pelo trabalho na roça, pela união familiar e por valores sólidos.
João construiu sua vida com dedicação e esforço. Trabalhou como motorista de ônibus rural e caminhoneiro, profissões que exerceu com responsabilidade e orgulho, desbravando estradas e colecionando histórias pelo interior mineiro.
Foi pai de João Paulo Caixeta, a quem dedicou todo o seu amor, cuidado e atenção, sendo um exemplo de pai amoroso, presente e dedicado em todos os momentos da vida do filho.
Sempre será lembrado por seu jeito simples, dedicado e afetuoso.
Convivia com diabetes e bronquite, condições que exigiam constante atenção à saúde.
Em 2020, foi infectado pelo novo coronavírus e, infelizmente, não resistiu às complicações da COVID-19, falecendo em 26 de julho, aos 54 anos.
João partiu, mas deixou marcas profundas de amor, dedicação e honestidade e um legado eterno que ecoa no coração de todos que cruzaram seu caminho. Sua presença vive em cada lembrança, em cada silêncio cheio de saudade, um amor que o tempo não apaga e que floresce eternamente no coração de quem o conheceu.